Os tropeços da guerra e a conta que nunca mais acaba
Os dias, as semanas, os meses continuam a passar e a ‘curta’ guerra contra o Irão nunca mais acaba e mergulhamos claramente num pântano que ninguém adivinha a saída.
A Europa tenta ter ideias, mas não tem nenhuma eficácia na busca de soluções que travem o crescimento do custo de vida e corte de vez com a tóxica dependência do petróleo.
É preciso ter alternativas de mercados que evitem estas flutuações ao sabor do humor da liderança dos Estados Unidos. Voltar a África, fazer crescer a parceria com o MERCOSUL, ter uma convivência saudável com a China, resolver a guerra na Ucrânia e ter também a Rússia na equação, têm sido caminhos apontados, mas falta a decisão autónoma e lá se tropeça na imprevisibilidade de Trump, sem ter argumentos para a contrariar. Quando digo argumentos, falo de dinheiro e negócios. Essa é a linguagem a que a atual administração da Casa Branca é sensível e a Europa, com os parceiros certos, pode mesmo mudar a música e escolher com quem dança.
Há outra possibilidade; vergar,........
