O único partido que se localiza na direita é o Chega
Na semana passada, Mário Amorim Lopes contesta posições minhas na crónica O centro-direita, o centro e o centro-esquerda. Respondo a Amorim Lopes, partindo da principal falha que me é apontada a de «Pacheco de Amorim se esquece de fazer – essencial para o exercício que se propõe – é o que significa ser de direita».
Ora bem, aquela minha crónica estava longe de qualquer pretensão teorizadora, limitando-se a enunciar factos. Desde logo porque os 3.330 carateres disponíveis não dão margem a grandes voos teóricos. O essencial dessa crónica tinha a ver com uma questão muito prática: a do porquê da localização no espetro político, atribuída por jornalistas e comentadores a certos partidos, estar em dissonância com a que os dirigentes desses partidos aos próprios partidos atribuem. E apresentei dois exemplos: o do PSD, o qual ainda há dias........
