O que os CEOs ainda não aprenderam com o futebol
Vemos o futebol como adeptos, num mundo emocional, impulsivo e até pouco racional. Um setor basicamente alimentado por paixão, intuição, sorte e muito ego. Curiosamente, foi precisamente o futebol que percebeu, bem antes de muitas empresas, o verdadeiro valor da informação, dos dados e da inteligência artificial.
Enquanto muitas empresas ainda discutem se devem ou não usar IA, os grandes clubes já perceberam uma coisa essencial: quem decide melhor ganha mais depressa.
Hoje, o futebol profissional é tudo menos improviso. Os clubes analisam padrões de comportamento, risco de lesão, intensidade física, posicionamento, métricas de recuperação, valorização potencial de atletas e até perfis psicológicos. Há equipas inteiras dedicadas à análise de dados, há modelos preditivos para scouting, inteligência artificial aplicada à performance e à gestão do negócio.
Isto não acontece porque o futebol, de repente, se tornou “tecnológico”. Acontece, sim, porque se tornou competitivo ao extremo.
Tal como em Portugal, onde os 4........
