China, o “olha ali!” da geopolítica
O caricato caso de Katie Zacharia fez-me pensar numa ancestral técnica retórica que ombreia com o “olha ali” para distrair um interlocutor, ou o cão comer os trabalhos de casa. Falo dessa espécie de regra não escrita que é mencionar a China quando é preciso acrescentar credibilidade improvável a uma história.
Não é falar em Pequim ou Xangai, muito menos em instituições concretas e reais. Falo de quando se diz simplesmente “na China” para apressar o fim de uma conversa. É um argumento impressionante, se o público-alvo ainda precisar de ajuda para........
