WrestleMania 42: o ponto de viragem que era necessário
Uma semana depois da WrestleMania 42, já com a emoção mais assente, começa a formar-se uma ideia clara entre fãs e analistas de wrestling. Apesar de a opinião geral apontar para uma segunda noite mais forte, mais consistente e com maior impacto, olhando para o evento como um todo, o que fica é bem maior do que essa divisão.
Porque a WrestleMania funcionou.
Funcionou precisamente quando era preciso. Funcionou ao juntar momentos, histórias e decisões que, naturalmente, voltaram a aproximar o público do produto. E isso tem-se refletido nos dias seguintes, com os episódios do RAW e SmackDown a manterem essa energia e a dar continuidade ao que foi construído.
Quem acompanhou este percurso percebe o peso que este evento carregava, pois se a edição do ano passado tinha desiludido, a deste ano teve de tudo. Regressos, momentos chocantes, novas estrelas e combates inesquecíveis.
Se houve algo que esta WrestleMania provou, foi a sua capacidade de surpreender... exatamente quando menos se esperava.
Numa das maiores surpresas do fim de semana, o regresso de Paige apanhou tudo e todos desprevenidos. Oito anos depois de ter deixado os ringues da WWE, o simples facto de voltar já seria........
