O pragmatismo de Lula como método de vitória retorna em 2026
Em 14 de abril de 2026, o Palácio do Planalto foi palco de dois movimentos estratégicos do governo Lula.
O ministro Márcio França sinalizou a possibilidade de Gilberto Kassab (PSD) compor a chapa como vice de Lula em outubro.
A inclusão de Kassab seria para ampliar a base electoral, parlamentar e facilitar a governabilidade, já que o PSD é a sigla com mais prefeitos em São Paulo.
José Guimarães (PT-CE) foi empossado na Secretaria de Relações Institucionais para fortalecer a ponte entre o governo e o Centrão.
Nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, o cenário político brasileiro foi sacudido por dois movimentos que, embora ocorram em salas diferentes do Palácio do Planalto, convergem para a mesma estratégia de sobrevivência e poder.
Primeiro, a sinalização do ministro Márcio França sobre a possibilidade de Gilberto Kassab (PSD) ocupar a vice-presidência na chapa de Lula em outubro. O argumento principal é o de que a inclusão de Kassab facilitaria a vitória de Lula, a governabilidade e a ampliação da base eleitoral e parlamentar.
Atualmente, segundo o Brasil 247, “o PSD liderado por Kassab é a sigla com maior número de prefeitos em São Paulo, o que amplia seu peso nas articulações eleitorais. Nesse contexto, um dos cenários cogitados por aliados de Lula seria oferecer a Kassab a vaga de vice em uma eventual chapa presidencial”.
Ponte entre governo e Centrão
O segundo movimento na direção do Centrão foi a posse do deputado José Guimarães (PT-CE) na Secretaria de Relações Institucionais visto como um articulador........
