O que correu mal a Portugal e o que se pode mudar para o Uzbequistão?
Não foi uma estreia convincente, longe disso, para a seleção portuguesa no Mundial. A turma de Roberto Martínez até entrou bem no jogo, fez o que parecia mais difícil em teoria — marcar cedo — mas a partir do meio da primeira parte, deixou de ter o jogo verdadeiramente sob controlo.
Olhamos para os pontos fulcrais desta frustrante igualdade e propomos algumas soluções, já a pensar no Uzbequistão.
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O "quadrado mágico" e como (não) o fazer resultar
Era grande a expectativa para perceber o encaixe de Vitinha, João Neves, Bernardo Silva e Bruno Fernandes no mesmo onze e os primeiros sinais foram promissores.
Portugal iniciou o jogo de forma dominadora, com ocupação racional de espaços e proximidade entre os jogadores. Numa ação em que variou da esquerda à direita, Cancelo tentou o cruzamento, a segunda bola sobrou para Vitinha e daí surgiu a combinação que resultou no 1-0, com Pedro Neto a cruzar e João Neves, em movimento tantas vezes visto no PSG, a atacar a área para finalizar (de cabeça). Desde esse momento, a posse foi ficando mais lenta, previsível, com........
