O futuro dos universitários na era da IA
A semana passada a Católica-Lisbon SBE acolheu os novos alunos da Classe de 2026 dos Mestrados – 800 estudantes dos quais 75% são internacionais, uma geração talentosa oriunda de mais de 50 países que escolheram a Católica e Lisboa para desenvolverem as suas competências humanas e profissionais.
Esta segunda-feira acolhemos também 400 novos alunos de licenciatura, dos quais metade entrou nas licenciaturas internacionais em Administração de Empresas, Economia e no novo programa em Gestão e Análise de Dados. Este é também um grupo de excecional talento, escolhido entre mais de 1000 candidatos de 50 países, tendo a Católica-Lisbon SBE concedido 150 bolsas de mérito, muitas das quais integrais. Começa esta semana para todos estes alunos o sonho universitário!
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No entanto, há quem questione o valor da educação superior na era da Inteligência Artificial (IA) e ponha em causa as perspetivas futuras desta geração de jovens universitários. Os argumentos são de que a IA substitui essencialmente os empregos de início de carreira pelo que estes jovens terão dificuldades de colocação no mercado de trabalho. Além disso, o valor do trabalho será muito inferior ao que era no passado, pois a IA automatiza muitas funções, pelo que os salários tenderão a estagnar. Assim, o argumento é que não se justifica uma educação superior e os jovens deveriam apostar em qualificações mais técnicas e práticas.
Penso que estes argumentos estão errados. A IA é uma extraordinária ferramenta com potencial para aumentar a........
