Educar para sentir: estaremos a desaprender a habitar?
Antes de entrarem no Poço Iniciático da Quinta da Regaleira, convidei os alunos a percorrer aquele lugar em silêncio e com presença. Não foi exigido que decorassem datas, nomes, nem que identificassem estilos arquitetónicos. Pedi-lhes apenas que observassem, escutassem e deixassem que o espaço se revelasse através do corpo e dos sentidos.
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A Quinta da Regaleira distingue-se pelo mistério, pela natureza, pelos caminhos labirínticos e entradas ardilosas, e a descida da torre invertida foi profundamente reveladora. Quase todas as mãos tocavam na pedra. Os olhares demoravam-se na profundidade........
