Férias do mundo: tecer (im)probabilidades
As férias, para quem delas pode usufruir, têm, apesar de tudo, um gostinho de desespero. Dão a impressão de que grande parte do tempo das nossas vidas é um peso constante e que só por um curto espaço de tempo conseguimos viver de forma mais, digamos, suave. Para uma espécie que se pensa tão inteligente, o mínimo que se pode dizer é que a nossa organização do tempo de vida e trabalho é um fracasso. Existe uma minoria que se conseguiu "safar" nesta organização, mas isso são outras contas. Da mesma forma, a nossa maneira de testemunhar o mundo também parece ser muito laboriosa, de tal forma estamos no interior de um caos de violência e de feiura incessantes. No entanto, por vezes parecemos poder ter férias do mundo quando, por exemplo, apreciamos ou sentimos a Natureza, a Arte ou o Amor e pensamos: bom, isto, por aqui, afinal até tem a sua beleza.
Leia os artigos que quiser, até ao fim.
Com uma assinatura PÚBLICO tem acesso ilimitado a todos os conteúdos e cancela quando quiser.
É o que tenho sentido nestes últimos dias no 13.º Encontro Europeu de Juventude, da........
