48 horas em New York City sem dormir
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Essa viagem doida em meados dos anos 1990 surgiu de uma necessidade impensável nos dias de hoje. Uma urgência em levar aos Estados Unidos (EUA) o portfólio de filmes comerciais de minha agência de publicidade, visando uma reunião com data “imutável”, palco de uma possível parceria com a agência americana TBWA. Minha missão, por ser a única dos sócios a falar inglês, e naquela altura já ser bem viajada, era ser um ‘boy de luxo’.
O tal portfólio, que hoje seria tranquilamente compartilhado em segundos, em alta resolução, estava concretizado em fitas magnéticas. Na época, não havia um acordo sobre o padrão internacional, no registro de imagens em fitas magnéticas. Os EUA tinham o padrão NTSC, a Europa, o Pal-M, e nem me lembro bem o lugar da U-matic. Só me recordo que, pelo sim, pelo não, levei os filmes comerciais criados pela nossa........
