Uma história de dois criminosos de guerra
Vivemos hoje num mundo em que uma crise económica, resultante de uma guerra ilegal, torna a vida de cada um de nós mais difícil. O direito internacional é ignorado e violado todos os dias e o respeito pela humanidade e os seus valores é coisa do passado. Impera a vontade do mais forte que se arroga o direito de ocupar o que bem entende, em especial se isso significar o seu enriquecimento. O assassínio dos dirigentes de outros países tornou-se uma prática vulgar, objeto de orgulho e demonstração da eficiência da máquina de guerra.
Esta guerra é liderada por dois dirigentes pouco recomendáveis. Do lado de Israel temos o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, arguido num processo por corrupção que não avança enquanto o conflito durar. Do outro lado do Atlântico mora o segundo parceiro, um indivíduo menos inteligente, mas com um ego do tamanho de uma catedral, alguém sem escrúpulos e sem valores morais, que só vê objetivos legítimos no que dê lucro, estando envolvido nessa teia vergonhosa que é o processo Epstein.
Netanyahu cedo percebeu que o parceiro americano podia ser facilmente convencido a entrar na guerra desde que lhe fosse prometido um fim rápido e glorioso do conflito e pudesse colher os louros de aparecer como líder da iniciativa. Bastou para isso insinuar que, assassinando a cúpula dirigente do Irão, o povo se revoltaria e........
