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Até estar resolvido, os adversários estarão amplamente motivados

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26.04.2026

Num ponto de ebulição muito próprio, o Sporting aponta ao fim da época com a possibilidade (quase certa) de ganhar o troféu que menos deveria vencer. Não que os "leões" de Rui Borges não merecessem pontuar a temporada com um troféu face ao futebol que apresentaram, consistente e sólido. Mas, na verdade, ainda na luta pelo campeonato nacional, o Sporting avança para a final da Taça de Portugal após sobreviver nos Açores com a ajuda do relógio e das decisões de João Pinheiro, após aguentar no Dragão, esta semana, sem ficar reduzido a 10 jogadores no início do jogo e com um "penálti" perdoado por um braço plantado na área, no que poderia ser uma espécie de apoio, mas não para um jogador convenientemente sentado que muda de braço ao sabor do desenrolar da jogada. Miguel Nogueira, o mesmo árbitro que não viu o "penálti" mais escandaloso da Liga (o puxão de António Silva a Gul), não conseguiu ver ou ser ajudado para ver o evidente.


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