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Será batalha atrás de batalha

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29.03.2026

Quando Fofana, aos 80 minutos do Braga-Porto, rematou para o golo da vitória, toda a nação portista rematou com ele. Tratava-se de ganhar um jogo decisivo, mas também de contrariar o desígnio de uma arbitragem encomendada pelo centralismo lisboeta, que via nesse jogo a última oportunidade de travar a marcha portista. O sr. Nobre tinha uma agenda, uma missão, e tratou de a cumprir: poupou dois cartões vermelhos ao Braga e ainda lhe doou um penálti arrancado ao nada, de autor. Até ex-árbitros e comentadores pouco afectos aos portistas concordaram que, com aquele critério, se marcavam vinte penáltis por jogo. Foi uma actuação de "padre" que, nem de propósito, aconteceu na semana em que começou o julgamento do caso em que o Benfica é acusado de corrupção activa, por esquemas de adulteração de resultados desportivos.


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