Caminho de afirmação
O 112.° aniversário da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a 31 de março, coincidiu com a presença da seleção nacional A masculina nos Estados Unidos da América, onde foi lançado o mote para o verão de toda a ambição: "Vai dar Portugal!" Em Atlanta, onde terminou a jornada de preparação para o Mundial 2026 com um triunfo sobre a seleção anfitriã, dias depois de ter apadrinhado a inauguração do remodelado Estádio Azteca, no México, Portugal venceu em várias frentes.
Desde logo, no retângulo que concentra quase todas as emoções do jogo. Digo quase, pois, para lá do terreno sagrado onde mora a esperança do sucesso da equipa de Roberto Martínez, existe outro território afetivo a cultivar. E também nesse, Portugal venceu. Parte do entusiasmo que as seleções nacionais inspiram e lhes permite sentir-se em casa onde quer que se exibam, assenta, hoje, na celebração do talento junto das comunidades, através do Portugal + Próximo e dos Legends que cativaram sucessivas gerações de adeptos.
As seleções nacionais, sob a direção executiva de Lourenço Coelho e com o acompanhamento constante da Direção, acautelando todas as condições de trabalho até ao mais ínfimo pormenor, contam com uma estrutura altamente profissionalizada e coesa na promoção da bandeira do nosso orgulho e identidade. Toda a máquina federativa está, hoje, articulada no projeto de desenvolvimento que potenciará o talento de todos os agentes desportivos, desde a base até às seleções nacionais.
Este ambiente que rodeia as equipas nacionais não é mais do que o reflexo do trabalho desenvolvido, diariamente, nesta casa que agrega todo o ecossistema da modalidade. Aos 112 anos, a FPF assume-se, no sentido literal e figurado, como a grande casa de todos os que amam o futebol e estão comprometidos com o direito a sonhar. Um direito consagrado no slogan que acompanha Portugal neste Mundial 2026 assim como em todos os desafios que, dentro e fora do campo, confirmam em cada um de nós a certeza do caminho da nação do futebol. Vai dar Portugal!
