O nosso chão comum
Ontem foi dia de celebrar a liberdade conquistada há 52 anos, depois de uma longa noite de ditadura, violência, ignorância e pobreza generalizada. Ouviram-se, como agora é habitual, as vozes da dissonância arrogante, dos que não gostam desta democracia nem dos capitães de Abril, dos que suspiram com, não um, mas três Salazares. Eles não sabem, porque cultivam uma sociedade baseada na ignorância e não leem livros de História, mas, mais tarde ou mais cedo, não serão mais do que uma nota de rodapé, como tantos........
