"Emigrantes" discriminados no acesso a médico de família
Em maio de 2024 a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, afirmava numa entrevista que "o emigrante vem, vai ao seu centro de saúde, tem o seu médico de família e, se não for este, será outro, mas terá, sim, uma resposta". Passados dois anos, numa altura em que os portugueses residentes no estrangeiro estão a chegar de coração cheio para passarem nas poucas semanas de férias um tempo que vale para o ano inteiro, a Administração Central do Sistema de Saúde vem dar a má notícia: os portugueses residentes no estrangeiro "deixam de estar elegíveis para manutenção ou atribuição de médico de família".
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