Amanhã falamos
É daqui que escrevo. Do Velásquez, do Arena, do Pião. Da bancada. Dos lugares onde aprendi o Porto que não se explica - sente-se. Escrevo com a razão que às vezes vou conseguindo ter e com as vísceras que o futebol me revira. Com a alma, a memória e aquela angústia inexplicável que só uma bola do outro lado da linha de golo consegue acalmar. Sobretudo, como filha do........
