A nossa cidade
Novos autarcas, novas promessas, algumas tomadas de posição que merecem ser analisadas porque têm a ver com o futuro e não serão vantajosas para os cidadãos.
No Porto e agora em Matosinhos, o metrobus continua e cresce sem se perceber justificação e com inconvenientes circulatórios mais que evidentes. Isto mostra que o "negócio" supera o bom senso e a gestão económica urbana para fazer obras mais úteis.
Cidade é a "coroa periférica" portuense e o centro que lhe dá nome e personalidade e nesta governação urbana de "bloco central" não seria difícil articular planeamento urbano conjunto e qualidade urbanística e construtiva equilibrada. A começar pelo Porto, onde o planeamento e desenho urbanístico tem faltado e consequente gestão de obras nos arruamentos e espaços públicos, autêntica "bagunça" de duvidoso critério.
Essencial, nesta matéria, articulação com juntas de freguesia e comércio local, pois "o mexilhão" não pode ser sempre o mesmo e a burocracia municipal cada vez maior. Aliás, uma tarefa a assumir é mesmo a simplificação burocrática que atinge níveis irracionais e parece cada vez pior. PSD e PS têm de enfrentar conjuntamente e em nome dos cidadãos esta tarefa de simplificar serviços e facilitar objetivos, que não são muito distantes. É tarefa que os cidadãos esperam, pois a cidade é de todos e não podemos "andar para trás", com a "máquina administrativa" mais pesada e menos competente. Fala-se muito do Porto, mas é preciso fazer!
