Literacia mínima — Até que enfim!
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Durante anos, Portugal habituou-se a viver num curioso paradoxo: queremos ser uma economia baseada no conhecimento, mas tratamos esse mesmo verdadeiro e real conhecimento como uma questão secundária. Discutimos metas de digitalização, inovação e competitividade, mas riscamos o essencial — a exigência — do vocabulário político, como se fosse um resto de elitismo incómodo.
