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Uma segunda volta, uma única escolha

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29.01.2026

Como esperado estamos na segunda volta das eleições presidenciais. Já era espectável, com quase uma equipa de rugby candidata na primeira volta, a segunda dose era uma inevitabilidade. Tenho para mim que nenhum candidato, de qualquer um dos quadrantes políticos representados (e eram muitos), era o desejado, era o predestinado para o mais alto cargo da nação. Claro que teorias não faltaram e os doutos comentadores televisivos bem que esgrimiram argumentos para escalpelizar as aritméticas eleitorais, com filigranas e teorias rebuscadas... lérias, banha de cobra e logro, vamos aos factos e também aos porquês.

1 - Os mais afoitos arautos do comentário político teciam enormidades sobre a normalização de Ventura e do Chega, sem nunca olhar com a atenção devida para a votação de um e de outro. Ventura, na primeira volta das presidenciais alcançou com muita demagogia e cinismo a soma de 1.326.942 votos. O Chega, nas últimas eleições para a Assembleia da República, com a jactância habitual, chegou aos 1.437.881 votos. Afinal, o Chega vale mais do que Ventura. Se fosse........

© JM Madeira