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Vamos a contas...

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27.01.2026

Não passa pela cabeça de alguém, que seja vontade do Povo Soberano regressar a um caminho inverso ao da Democracia.

Também não passa pela cabeça de alguém que um voto ocasional na extrema-direita, significa um desejo de voltar à “Madeira Velha”.

Claro que quando o Povo Soberano quer alterações na Justiça, e estas não acontecem porque qualquer tentativa de mudança esbarrou numa Constituição inapta no conteúdo e no tempo, é evidente que tem de escolher entre continuar tudo na mesma, sem futuro que atraia, ou ser imprescindível rever a Constituição. Que o Primeiro-Ministro, de Sua cabeça, disse não ser prioritário.

O mesmo raciocínio se justifica quando se trata da situação a que a Saúde chegou em Portugal, quando se trata dos que trabalham, descontar para os que não querem trabalhar, quando se trata da burocratização dos Serviços Públicos, quando se trata da Segurança dos Cidadãos, quando se trata do caos potencial e frequente na Habitação e nos Transportes, quando se trata dos legítimos Direitos de Açorianos e Madeirenses, etc., etc., etc.

E a votação do Povo Soberano transforma-se em Voto de Protesto, recorrendo a um demagogo qualquer, porque poucos são os meios que Lhe restam para exprimir o Seu forte descontentamento. Mais a mais que a Oligarquia tomou conta da já errada Partidocracia e de importantes parcelas da “Informação”.

Tal........

© JM Madeira