Se nada mudar, onde vamos chegar?
Estamos bem próximos de um novo pleito eleitoral. Nesse período sempre existe uma grande expectativa sobre o que vai acontecer a partir dele. No Brasil o setor público tem um papel muito relevante na vida de seus cidadãos, seja do ponto de vista econômico quanto relacionado à agenda institucional.
O nosso país empobreceu muito sua agenda institucional e com isso a capacidade de evoluir nos graves problemas que há muito enfrenta.
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Temos um Governo sem projeto de país, um Congresso que não passa por uma agenda de construção e um Judiciário encabeçado pelo Supremo Tribunal Federal que deixou a sua função constitucional de lado para influir como agente político, interferindo em quase todas as questões nacionais.
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Neste artigo vou me deter somente as questões econômicas.
Temos crescido nos últimos anos a uma taxa maior do que anos atrás por alguns fatores, o desemprego vem caindo há vários anos ajudando a não termos pressão inflacionária.
Fizemos, nos governos Temer e Bolsonaro, um grande conjunto de reformas que deram impulso à nossa economia, que também cresceu a partir de estímulos fiscais, que há tempos se mostram insustentáveis e que levaram a nossa divida publica da faixa de 70% de nosso PIB para mais de 80%, colocando o Brasil entre os países emergentes mais endividados.
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Estes fatores que tanto contribuíram para o nosso crescimento, não estão mais presentes, ou já nos deixaram com grande fragilidade, como é o caso da política fiscal.
O problema fiscal chegou ao limite
Essa é a principal razão para que passemos por uma grande arrumação de casa, um importante ajuste de rota principalmente na gestão fiscal, que trouxe alguns........
