A nova tensão no crédito privado
O assunto mais comentado no mercado hoje não é o Fed, nem a Selic. É o crédito privado.
Nas últimas semanas, e especialmente nos últimos dias, o mercado viu um movimento que não aparecia desde 2020: os spreads corporativos abriram de forma abrupta, várias empresas suspenderam emissões e os fundos de crédito começaram a ajustar suas cotas com mais intensidade.
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Esse tema explodiu nas mesas de operação porque combina três elementos que sempre chamam atenção:
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aumento do risco percebido,
retração de liquidez,
prêmios muito acima da média histórica.
E, como sempre acontece nesses momentos, o investidor que entende o funcionamento da renda fixa percebe que, por trás do ruído, existe uma oportunidade rara.
O que está acontecendo com o crédito privado hoje
O gatilho da tensão atual foi a combinação de:
reprecificação global de risco,
aumento do custo de captação das empresas,
maior seletividade dos investidores institucionais,
e uma sequência de balanços corporativos mais fracos em setores específicos.
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