A estratégia de Tay Dantas para faturar R$ 36 milhões vendendo criatividade
Como escrever um artigo sobre criatividade sem cair na incoerência de, logo de cara, não ser criativo? É exatamente esse o pensamento que está martelando na minha cabeça agora.
Toda vez que sento para escrever esta coluna, sinto um certo frio na barriga, mas confesso que hoje a ironia bateu um pouco mais forte.
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Falar sobre “ser criativo” é uma armadilha cruel. Se eu começar este texto com uma citação batida do Steve Jobs, serei taxado de clichê. Se eu tentar inventar uma metáfora mirabolante sobre a existência humana, corro o risco de parecer pedante. E se eu prolongar demais esse ensejo introdutório, possivelmente, serei mais prolixo do que criativo.
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Enquanto digito e apago parágrafos, percebo que estou vivendo na pele a “síndrome do impostor”. E, quer saber? Essa minha pequena crise existencial de bastidor é a ilustração perfeita de um dos maiores dilemas da atualidade: o desafio de se provar criativo.
O que estou tentando dizer (de forma criativa ou, pelo menos, reflexiva) é que, a partir do momento em que você precisa abrir a boca (ou um slide de apresentação) para tentar justificar o quão criativo você é, muito provavelmente você já deixou de ser. Então, a solução é mostrar na prática.
Só que agora, em um cenário onde a........
