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A renda fixa brasileira está desatualizada. A próxima década é dos ETFs

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13.05.2026

Conta em três múltiplas corretoras, múltiplos produtos de renda fixa tais como CDB de banco médio, LCI sem liquidez, debênture incentivada comprada no lançamento e nunca revisitada, Tesouro IPCA, fundo de crédito com come-cotas, entre outros.

Não é exceção: é a média do investidor brasileiro.

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E sobre essa carteira, a maioria, inclusive os sofisticados, não sabe responder perguntas básicas: qual o risco de crédito agregado, qual a tributação efetiva, qual a quebra por fator de risco (pré, CDI, IPCA, crédito, duration) e quanto sai, a que preço, se precisar do dinheiro semana que vem.

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Em 2026, ainda compramos renda fixa do mesmo jeito que comprávamos há muitos anos. A indústria de ações se reinventou, a de fundos se reinventou e a renda fixa, que engloba a maior fatia do bolso do investidor brasileiro, ainda tem muito potencial para evolução.

Lá fora, esse jogo já virou. Em 2003, os Estados Unidos tinham cerca de US$ 5 bilhões em ETFs de renda fixa. Hoje, são mais de US$ 2,3 trilhões, quatrocentas vezes maior do que há duas décadas, e aproximadamente 17% de toda a indústria americana de ETFs.

Dentro de uma indústria que cresceu em tudo, renda........

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