“Lula, o operário”: o que você não ouvirá no samba-enredo
Segundo um antigo dito carioca, não existe nada mais chato do que passar o Carnaval em Niterói. Decerto por vingança, os esquerdistas niteroienses resolveram dar o troco nos cariocas e transformar o desfile da Sapucaí em horário eleitoral gratuito.
Meus sete leitores já sabem que a esquerda tem como prioridade a destruição da alta cultura e a submissão da cultura popular. Sempre que os socialistas chegam ao poder, a propaganda substitui a inteligência, a ideologia substitui a beleza e o medíocre substitui o tradicional. Não foi por outra razão que se criou em torno dos dois maiores assassinos de todos os tempos, Mao Tse-tung e Josef Stálin, toda uma cultura de bajulação e fanfarronice, conhecida como “culto à personalidade”. Nada mais natural do que o nosso Stalinácio também tenha um culto à personalidade para chamar de seu.
Fiel aos princípios históricos da esquerda, a Acadêmicos de Niterói traz neste Carnaval o enredo sobre o “operário do Brasil”. Mas, para cada lantejoula de puxa-saquismo, há um quilômetro de sujeiras reais que a autocensura dos compositores não deixa desfilar.
Vamos à leitura do enredo, entremeando o que se canta com o que se esconde.
“Em Niterói, o amor venceu o medo / Vale uma nação,........© Gazeta do Povo
