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Quem barrou o assessor de Trump?

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18.03.2026

Camisão vermelho e gola fechada à la Hugo Chávez, Lula protagonizou mais um momento do democrata transverso. A narrativa oficial do regime brasileiro é que, sem o herói petista no poder, a democracia no Brasil está em risco. Em nome disso, vale basicamente tudo.

Numa solenidade no Rio de Janeiro, o presidente fez seu tipo de comício preferido - caminhando com um microfone na mão, dentro de um círculo de aduladores, prontos a aplaudir exortações vagas e a rir de histrionismos constrangedores.

Para essa plateia acolhedora, Lula anunciou seu ato chavista contra “aquele cara americano” - a proibição de entrada no Brasil do assessor da Casa Branca Darren Beattie.

O próprio presidente sabe que, dessa forma, estava transformando o que teria de ser uma decisão de Estado em ato de vontade pessoal. É deliberado - e combina com o figurino escolhido para a situação. Tanto que, depois, o........

© Gazeta do Povo