7 frases perturbadoras que revelam o “lado B” do feminismo
É aquela velha história: a mulher pode ser o que quiser, desde que ela queira ser o que o feminismo acha que ela deve ser.
Imagine um mundo em que as mulheres sejam respeitadas, valorizadas e protegidas, e homens não as assediem ou constranjam pelas ruas. Sem violência doméstica e com equilíbrio nas tarefas de casa.
Apesar de não ser um mundo necessariamente feminista, já que valores como esses são anteriores ao próprio feminismo e já estavam presentes em diversas tradições culturais e religiosas, esse é o “lado A” do movimento. É o “argumento de venda”.
Agora imagine uma mulher que sonha com um mundo assim, mas também tem outros sonhos, como casar, construir uma família, tratar bem marido e filhos e expressar sua fé, sem nenhum interesse em se envolver com militância política. Em pouco tempo ela vai perceber que não é bem-vinda ao “clube”.
A verdade é que o feminismo funciona sob uma lógica sectária, em que um discurso muito radicalizado passa a legitimar absurdos que jamais seriam tolerados em circunstâncias normais. Quem não aceita os termos, claro, vira inimigo.
As controvérsias e o extremismo que formam o lado “B” do movimento vêm de longa data. Diversas ativistas influentes já manifestaram abertamente que não se trata apenas de um movimento civil, mas de um projeto radical de poder que não se sacia com a igualdade entre masculino e feminino.
Entenda o outro lado do feminismo em 7 frases:
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