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O Super Bowl da corrupção

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13.02.2026

Sou daqueles que não podem ver uma final qualquer que já presto atenção. Não importa se é final de Copa do Mundo ou da segunda divisão do campeonato acreano de curling. Gosto de drama, ainda mais quando reúne finais felizes e infelizes num só.

Estava assistindo ao tal do Super Bowl de domingo passado. A final daquilo que os norte-americanos chamam de football, mas jogam com as mãos. Vai entender...

Aguentei até o show do intervalo. É um jogo chato, convenhamos. Cheio de interrupções, dura horas de trocentas trombações e perseguições ao único cara com algum talento nos times, o quarterback, que lança a bola que não é bola.

É impossível assistir a esse treco sem fazer outras coisas ao mesmo tempo. Os intervalos constantes, a demora em ter alguma emoção, tudo conspira para que sua mente divague. E foi assim que esta crônica começou a ser pensada, tomando forma.

A corrupção é o Real Madrid brasileiro, é sempre a favorita e raramente perde

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Se há uma constante na Nova República brasileira é a perene luta........

© Gazeta do Povo