Qual será o próximo escândalo na nossa luta eleitoral?
No mundo inteiro fala-se em “campanha” ou “corrida” eleitoral. Mas as eleições estão mais para uma luta, um conflito, que para uma mera competição. Invertendo Clausewitz, a política é “a continuação da guerra por outros meios”: Carl Schmitt mostra que, em política, há amigos ou inimigos, não concorrentes.
Não há o mínimo fair play. O quehá é o lawfare, o vale-tudo – tudo mesmo: críticas, insultos, fake news, acusações, escândalos reais e inventados, chantagem, revelações secretas, o uso do aparato do Estado contra o inimigo e para cometer irregularidades. Vale dedo no olho e chute nas partes íntimas, é pior que UFC. O jogo é sujo, ainda mais quando o árbitro tem lado também.
Propostas, práticas e discursos sofisticados são bonitos e podem funcionar em círculos restritos, mas não são apreciados pelas massas
Propostas, práticas e discursos sofisticados são bonitos e podem funcionar em círculos restritos, mas não são apreciados pelas massas
Os candidatos precisam fazer propostas e se mostrarem competentes e capazes de colocá-las em prática, mas o “discurso negativo” contra os adversários, contra........
