PPP para a floresta portuguesa
Portugal continua a enfrentar incêndios florestais com uma abordagem excessivamente reativa, centrada no combate aos fogos em vez da sua prevenção. O investimento maior é feito e anunciado com pompa e circunstância para os meios e nunca numa fase anterior. Esta estratégia tem revelado limitações persistentes, sobretudo num contexto de alterações climáticas e crescente pressão sobre o território.
Uma mudança de paradigma é necessária: integrar de forma estruturada as empresas de base florestal na prevenção. Estes agentes estão diariamente no terreno, conhecem o território, têm acesso a zonas críticas e podem atuar como uma rede de deteção precoce altamente eficaz. A sua proximidade e capacidade operacional permitem reduzir o tempo de resposta.
Um fator decisivo na resposta e combate........
