A fatura (in)visível da restauração
Desde o início do ano que a restauração domina a agenda mediática. O tom é quase sempre o mesmo: associações do sector a alertar para a crise que o afeta e a exigir apoios do Estado. Entre as medidas solicitadas ao Governo destacam-se a descida do IVA de 13% para 6% – como se o imposto fosse um encargo do restaurante e não do cliente – e a redução da Taxa Social Única (TSU). Em resposta, e aparentemente sem qualquer análise prévia profunda, o Governo apressou-se a prometer financiamentos, parte dos quais a fundo perdido.
Em abril, o Governador do Banco de Portugal divulgou dados estatísticos que revelavam uma realidade bastante diferente da retratada pelas associações. O sector reagiu com desagrado e parte dos média questionou até o direito de o Governador se pronunciar.
Concordo com ele e sou contra a atribuição de........
