No ruído da guerra o euro sobe o tom
O conflito no Médio Oriente abalou os mercados, empurrou o petróleo em alta e devolveu a geopolítica ao centro das decisões financeiras. Mas, no meio da turbulência, há uma tendência que começa a ganhar forma: o euro está a sair desta crise em melhor posição do que o dólar.
O encerramento do Estreito de Ormuz fez disparar o crude 60% acima dos níveis pré-guerra e expôs fragilidades que muitos preferiam ignorar. Agora que começam a surgir sinais iniciais de desescalada – ainda que o bloqueio dos Estados Unidos continue fortemente em vigor –, a questão já não é se os mercados vão recuperar, mas sim que moedas ficam em vantagem quando o ruído abrandar.
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