Amizades que atravessam o tempo
Rotineiramente gosto de me perguntar o que verdadeiramente me pertence daquilo que carrego comigo. Não estou falando de bens materiais, pois estes não se levam dessa vida, mas no sentido de vínculos genuínos e presenças que verdadeiramente importam, sem as quais não seria possível contar a minha história. Pensando nos amigos, essa é uma pergunta que parece boa a princípio mas, se formos bem honestos, são poucas as relações que resistem ao tempo sem se tornarem cerimônia ou saudade daquilo que já não existe mais. Por isso, aqueles de nós que estão em processo de amadurecimento e que têm relações de amizade que atravessaram décadas sem perder o frescor são verdadeiros agraciados.
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E se a melhor versão de si já for essa?
Recentemente vi uma entrevista de uma atriz de teatro italiana, hoje com quase oitenta anos, que, ao ser perguntada o que havia mudado na sua vida ao longo de décadas, respondeu sem pestanejar........
