A reforma tributária agora é só teste. Empresas têm se ajustar
Uma das mais aguardadas reformas empreendidas no Brasil nos últimos anos, seguramente, foi a reforma tributárIa, que começa a se tornar realidade este ano e deve ganhar espaço a partir de agora, quando (segundo dizem) o ano efetivamente começa no Brasil – e talvez na China, que ingressou no ano novo na terça-feira. A promessa é que a reforma dos impostos sobre o consumo destrave a economia brasileira. Apesar de não prever redução da carga tributária, embute o conceito da simplificação, o que, por si só, pode implicar redução de custos para as empresas obrigadas hoje a manter departamentos inteiros para processar a barafunda de leis tributárias e impostos.
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Estima-se que as empresas brasileiras gastem, em média, 1.500 horas por ano apenas para calcular e pagar impostos, o que deve ser reduzido com a entrada efetiva em vigor do IBS e do CBS em 2027. Esse ganho de produtividade gerado pela reforma vai impactar a geração de riqueza do país. A projeção mais citada pelo governo e por economistas é que a reforma pode gerar um crescimento adicional do PIB entre 12% e 20% em um período de 15 anos. O Ipea estima um ganho acumulado de........
