Ofensiva contra liquidação do Master não é flor do recesso
O caso do Banco Master não é uma flor do recesso do Congresso, as conexões políticas do banqueiro Daniel Vorcaro são da pesada e estão por trás dos questionamentos à decisão do Banco Central (BC), para anular a liquidação. Nesta terça-feira, o Banco Central (BC) recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) para contestar a decisão monocrática do ministro Jhonatan de Jesus que autorizou, de forma individual, a realização de uma inspeção nas dependências da autoridade monetária.
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“Flor do recesso” é um jargão comum no jornalismo político brasileiro. A expressão tem sentido de algo efêmero, que “floresce” na ausência de atividades legislativas e, muitas vezes, perde a relevância ou “fenece” quando os parlamentares retornam ao trabalho e a pauta normal é retomada. Esse não é o caso. Os fatos apontam na direção oposta. É muito provável a abertura de uma CPMI nada confiável para investigar o caso.
O que está em curso é um explícito choque institucional, protagonizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e o (BC, tendo como terreno de disputa o Supremo Tribunal Federal (STF). O epicentro da crise está na divergência sobre competências, métodos de fiscalização e acesso à informação. De um lado, o TCU sustenta........





















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