Ano Novo pede menos grito, mais escuta e maturidade coletiva no Brasil
O início de um novo ano costuma nos empurrar para listas, promessas e resoluções individuais. Queremos mudar hábitos, corrigir rumos, começar de novo. Mas, talvez, o gesto mais necessário neste 1º de janeiro seja menos íntimo e mais coletivo: repensar a forma como convivemos, discordamos e construímos o espaço comum. Em um país atravessado por ruídos, pressas e radicalizações, renovar esperanças passa, antes de tudo, por rever atitudes.
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Há textos antigos que atravessam gerações justamente por lembrarem o essencial quando tudo parece excessivo. Não falam de........
