Infantino, seu prazo venceu. Alternância de poder é saudável
Gianni Infantino está como presidente da Fifa há 10 anos e busca mais uma reeleição. Ele foi indicado após o Fifagate, em 2015, e teve o apoio de todas as confederações. Faz uma gestão séria, transparente e sem escândalos, mas cresceu o olho e sugeriu vender 20% dos direitos da Copa do Mundo por R$ 100 bilhões para entidades privadas, e levou um sonoro não do mundo do futebol.
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A Fifa não é banco, nem tampouco uma instituição financeira, ávida por milhões ou bilhões de francos suíços. E vamos falar a verdade: alternância no poder e na gestão é saudável em qualquer área, principalmente na Fifa.
Infantino teria um ganho seis vezes maior em seu salário caso o projeto vingasse, e isso pegou muito mal. Várias confederações negam apoio a sua reeleição e ele vai passar aperto para se manter no cargo.
O que leva alguém a querer ficar no poder por tanto tempo? Dinheiro, prestígio e se sentir o dono do futebol mundial. Infantino é........
