Clube brasileiro pode não ser bom negócio
A Lei nº 14.193/2021, em vigor desde agosto de 2021, autorizou a implementação das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) no Brasil. À época, a iniciativa foi tida como a salvação de muitos grandes clubes, que não tinham como pagar dívidas milionárias e, ao aderir ao novo modelo, ganharam fôlego para continuar não só mantendo suas atividades, mas também para seguir minimamente competitivos.
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Nesses quase cinco anos, muita coisa aconteceu no futebol brasileiro, mas uma coisa não mudou: muitos clubes, sendo SAFs ou não, continuam com dificuldades para manter suas contas em dia. Muito disso passa pelo poço sem fundo que são as agremiações nacionais, que passaram grande parte de suas histórias administradas de forma amadora e/ou irresponsável.
E o advento das SAFs não mudou tanto o panorama. Apenas provou que incompetência não depende de forma ou de nacionalidade. Que o digam dois gigantes cariocas Botafogo e Vasco.
O clube da estrela........
