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Traição premeditada, diz Mateus, em referência a Aro

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friday

A guerra está declarada. Acusação de traição. Suspeição e anúncio de averiguação da destinação de emendas pela Secretaria de Estado de Governo às prefeituras entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026. Essas são duas dimensões sinalizadas do confronto, em campo aberto, entre o governador Mateus Simões (PSD) e o ex-secretário de Estado de Governo. Numa reunião de pouco mais de 10 minutos realizada no hangar da Pampulha, antes do embarque do governador Mateus Simões (PSD) para Governador Valadares, foi selado o desfecho do relacionamento entre o ex-secretário de Governo Marcelo Aro (PP) e o grupo político de Mateus, integrado pelo ex-governador Romeu Zema (Novo). Acompanhou Aro o sucessor dele na pasta e advogado criminalista, Castellar Guimarães Neto. Do lado de Mateus Simões, testemunharam a conversa Frederico Papatella, vice-presidente estadual do Novo e Lucas Gonzalez (Novo), ex-deputado federal.

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Segundo relato do governador, durante a conversa Aro confirmou que está articulando a sua candidatura ao governo de Minas: em costuras nacionais, ele convergiu para si os apoios do PL, do Republicanos e da Federação União Progressista. Aro disse tê-lo feito por temer perder a eleição ao Senado Federal, cargo para o qual, em princípio iria concorrer. Em entrevista a esta coluna, Mateus Simões considerou o desembarque de Aro, que mantém cerca de 500 cargos comissionados na estrutura administrativa, consequência do que chamou de ato premeditado de traição política ao ex-governador Romeu Zema (Novo) e ao seu governo. Aro não gostou de ouvir isso. O ex-secretário........

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