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Sucessão na Assembleia antecipa acerto para 2026

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Sem perder a perspectiva da composição que se tornou a marca registrada de Tadeu Leite (MDB) no comando da Assembleia Legislativa, a movimentação pela presidência da Assembleia Legislativa para o biênio 2027-2029 está em curso. A eleição será em 1º de fevereiro. Mas, ao que tudo indica, as definições das composições se anteciparam e serão fechadas em 2026, antes da posse do governador eleito Cleitinho, em 6 de janeiro. As conversas, que antes envolviam nove candidaturas, se estreitaram para quatro candidaturas.

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No PL, os 21 parlamentares reeleitos e eleitos em primeiro mandato, que tomarão posse em 1º de fevereiro, fecharam apoio ao líder da bancada Bruno Engler, que com 675.940 votos liderou o ranking de melhor desempenho nas urnas. O atual presidente da Comissão de Segurança Pública, Sargento Rodrigues (PL), parlamentar que protagoniza a pauta da segurança pública, também respaldou a candidatura de Engler. Com 21 cadeiras, na avaliação de Engler, o PL, maior bancada eleita, tem legitimidade para pleitear a presidência da Casa ou uma composição que garanta à legenda espaços políticos equivalentes. “Se percebermos condições de viabilizar os votos necessários para a Presidência, manteremos a candidatura. Caso contrário, poderemos compor, desde que ocupando espaços na Mesa e comissões que representem o nosso tamanho”, afirmou Engler a esta coluna.

Nos últimos quatro anos a Assembleia adotou o estilo político “soft power”, com uma condução de centro, mediando conflitos ideológicos entre as bancadas........

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