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Quem serão os próximos?

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04.09.2026

O Brasil está em chamas. O pivô: o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que impulsionou o Master com a emissão de cerca de R$ 50 bilhões em Certificados de Depósito Bancário (CDBs), vendidos com promessa de remuneração acima do mercado, amparados pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Os CDBs estavam lastreados em ativos de baixa liquidez, o que acionou o alarme ao Banco Central sobre a sua solvência. Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a sua liquidação extrajudicial. A medida resultou no maior ressarcimento da história do FGC, para 1,6 milhão de credores, estimado em R$ 41 bilhões.

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A Polícia Federal avançou em investigações sobre fraudes financeiras, emissão de títulos sem lastro, transações simuladas. E o que encontrou foi uma ampla rede de influência, infiltrada em todos os Poderes da República, corrupção institucional e a atuação de um grupo, denominado “A Turma”, que se ocupava de atos de coerção, extorsão, espionagem ilegal e intimidação de adversários.

Para manter o esquema, Vorcaro despejava milhões em mimos às autoridades. Frequentaram a órbita de influência do ex-banqueiro, entre outros, os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Jaques Wagner (PT-BA); o ex-governador do Rio, Cláudio Castro (PL); o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa; ACM Neto e Antonio Rueda, respectivamente vice-presidente e presidente do União Brasil; Fábio Wajngarten, ex-ministro de Jair Bolsonaro; vários deputados federais do PP, do PL, do MDB. O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi exposto em áudios em que pedia a Vorcaro R$ 134 milhões para produzir o filme a ser exibido nesta campanha, com a biografia do pai, Jair Bolsonaro (PL). E ministros do STF: Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques.

A um mês das........

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