Opinião | O nó a desatar no Brasil é institucional, e a crise, moral; nossos representantes estão anestesiados
Economista e advogada
Economista e advogada
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Todo Natal, a mesma coisa. Presentes chegavam de empreiteiras e fornecedores para meu pai. Ele era engenheiro de obras; rodovias, ferrovias e hidrelétricas eram suas paixões. Passava muito tempo na estrada, mas fim de ano era sempre em casa, e a cena se repetia: cestas eram devolvidas intactas. Nem o apelo das crianças pelas guloseimas o convencia. Minha maior frustração foi com o rádio-relógio despertador, grande novidade daquele ano, igual ao do Dia da Marmota. Implorei, chorei e nada. Nem da caixa saiu.
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Essas memórias natalinas me vieram à cabeça em razão da minha perplexidade com o estado das coisas no País hoje em dia.
As retrospectivas e projeções dão muita ênfase à economia: juros vão........





















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