Notícia | Afastamento de Marco Buzzi é ‘o mínimo do mínimo’, diz fundadora do Me Too Brasil
“É o mínimo do mínimo”. Foi assim que a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da organização não governamental Me Too Brasil, definiu, em entrevista à Coluna do Estadão, o afastamento do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi, acusado por duas vítimas de assédio sexual.
Apesar de comemorar a decisão dos magistrados da Corte de afastarem Buzzi de suas funções, Ganzarolli criticou o fato de o ministro continuar recebendo o salário integral, no valor de R$ 44 mil.
“Isso não é uma pena. É um prêmio”, disse a advogada. “A expectativa máxima é ele ser premiado com férias remuneradas para o resto da vida. Triste e temerário, para dizer o mínimo”.
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