Notícia | Vivo renova compromisso com saúde mental e alerta sobre “afogamento” tecnológico
O celular de Marina Daineze é uma fábrica de notificações. Mas não é por isso que a executiva da Vivo acelera sua rotina matinal: ela abre as cortinas, deixa o sol entrar, observa o mundo lá fora. “Preciso ter meus micromomentos, como tomar um café e ler o jornal. Tento retardar um pouco essa invasão do celular”, relata.
Ela confessa que, tempos atrás, dava aquela olhada no celular antes mesmo de sair da cama. Mas, como vice-presidente de comunicação e sustentabilidade da Vivo, faz quase uma década que Daineze aprova as campanhas e ações de saúde mental da companhia.
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As primeiras sementes desse posicionamento da Vivo, plantadas ainda em 2015 com a campanha “Usar bem pega bem”, germinaram, cresceram e se espalharam. Agora, a empresa celebra mais um parceiro na causa: o psiquiatra e neurocientista Rodrigo Bressan.
Ele explica que seu “objetivo é ajudar a diminuir o preconceito em relação à saúde mental e a construir ferramentas para que as pessoas possam agir nesse sentido”. Bressan atua em diversas frentes desse tema, seja como professor, consultor, autor, pesquisador e presidente-fundador do Instituto Ame Sua Mente.
“Já acompanhava e admirava o posicionamento, mas ao conhecer a Vivo de fato, no ano passado, vi que tinha gente séria falando sobre isso, querendo contribuir, com prática para além de discurso”, diz. “Aí tem uma potência, com um componente artístico e publicitário, um alcance que acho fantástico.”
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O papel de Bressan não se restringe à comunicação, mas uma de suas primeiras colaborações foi avaliar o filme “Afogados”, que a Vivo passa a veicular esta semana em TV, digital, cinema e jornais Brasil afora.
A campanha, assinada pela agência Africa Creative, mostra um personagem que lembra a Marina Daineze de outros tempos: a primeira coisa que faz ao acordar é olhar as notificações do celular. Ele permanece conectado enquanto prepara o café da manhã, desloca-se até o trabalho, almoça. A rotina do protagonista vai sendo inundada: água ocupando todos os espaços. Ele parece não se importar.
A VP da Vivo destaca que o filme institucional precisou de superprodução, liderada pela Delicatessen. Mas também aprecia suas sutilezas. “Tem um detalhe, quando o rapaz está no banco de trás do carro, imerso no celular, e aparece uma menina na rua, tomando um sorvete. Essa criança é bastante simbólica pois ela está fora daquilo, fora daquela roda viva, da falta de tempo. A menina está em câmera lenta, com seu sorvete, olhando para ele…”
Olhando também para a câmera. Para o telespectador.
“As cenas são muito potentes, geram autoconsciência e, do ponto de vista de comunicação, trazem um letramento de qualidade, transcendendo o conhecimento teórico, racional”, diz Bressan.
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