Há grande crise de competências
Quem é conhecedor da história ou vai estando atento às notícias que a partir da segunda metade do século passado são recordadas em certos acontecimentos do século presente, sabe que há povos onde existiram nações que tiveram grandes homens, grandes cérebros.
Podíamos citar muitos que foram como deuses: inteligentes, dedicados, sofredores pelo povo, estadistas que deixaram rastos e que a história jamais os apagará das suas páginas. Outros existiram/existem, que são a antítese daqueles, como p.e. os actuais fomentadores da guerra, onde visam a “idolatria do lucro” e guerra que se apresenta como “uma falência ética global”, conforme denunciou o Papa Leão XIV, sem se vislumbrar o seu fim.
Portugal também teve homens de valor: persistentes, empenhados, concretizadores de sonhos e de nobres ideais até ao século XVII, que muito deram ao mundo e ao país!
A partir de então, procurou-se “viver de rendimentos” e hoje somos banalidade: temos a pressa do caracol, os sonhos ou os feitos do jumento com talas, a esperteza dos voláteis e a preocupação constante de carregar o saco às costas, amparados pela bengala da desgraçada pedincha. Há grande crise de........
