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No Norte, a reciclagem de embalagens também se faz à medida do território

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"Do pinhão, que um pé-de-vento arrancou ao dormitório da pinha-mãe, e da bolota, que a ave deixou cair no solo, repetido o acto mil vezes, gerou-se a floresta." Em A Casa Grande de Romarigães, Aquilino Ribeiro descreve assim a extraordinária capacidade da natureza para se renovar e transformar. No Minho de Aquilino, nada se perde verdadeiramente: a matéria transforma-se, regressa ao ciclo e dá origem a algo novo. É uma imagem que, quase sete décadas depois, traduz de forma surpreendentemente atual um dos princípios fundamentais da reciclagem de embalagens.

Portugal é pequeno em dimensão, mas grande em diversidade territorial. No Norte, áreas metropolitanas, cidades médias, territórios industriais e zonas rurais coexistem lado a lado, condicionando hábitos de consumo, distâncias e acesso a equipamentos na reciclagem de embalagens.

O pedido ao cidadão é igual em todo o país: separar corretamente os resíduos de embalagens e colocá-los no........

© Diário do Minho