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O Cristianismo no Século III desencorajava qualquer forma de alegria

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O presente mito é, na maior parte das vezes, veiculado por quem, tendo um entendimento preconcebido acerca do Cristianismo, retroprojeta no século III, centúria deveras marcante na modelação da vida cristã no contexto maioritário do Império Romano, imagens de uma fé cristã desconfiada do prazer, do entretenimento e das celebrações.

Esse entendimento, mesmo quando possa estar em sintonia com algumas realidades presentes e passadas, é oposto seja ao que foi e disse Jesus, seja àquilo que deve ser a vida dos Seus seguidores e da Sua Igreja. Ora vejamos: Jesus tanto parece ter andado “de festa em festa” que foi chamado de «comilão e beberrão» (Mt. 11,19) – algo que Ele não negou, pois, no fundo, era algo que revelava a essência da Sua missão. Mais: o Seu “testamento” é claro: «que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa» (Jo.........

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