De leitura de "Camões no Oriente" no Dia de Camões a "Dia Aberto da Cultura Chinesa"
Conheci a expressão “língua de Camões” na China, nos anos 70. “Quão importante era o homem cujo nome ficou a identificar uma língua falada em todos os continentes?” Foi a minha primeira reação à expressão começando a ler o escrito dele e sobre ele com grande curiosidade e respeito.
Fui trabalhar para Macau nos anos 80. Logo que surgiu a primeira oportunidade, fui visitar a Gruta de Camões onde o poeta concluíra a imortal obra Os Lusíadas, conforme a lenda. “A vida dele e as condições para a sua criação do poema épico não eram nada fáceis”, pensei com os meus botões.
A partir dos anos 90, ao passar nesta terra o anual “10 de Junho”, surge na minha mente o retrato de Camões pintado por Fernão........
